Vai pelos tempos nestas terras do Rio Grande
um povo índio que se ergueu pela sua pròpia fè
e um guerreiro, que entra a paz se fez na guerra
e pela terra teve o nome de Sepé...
As reduções nas palavras dos jesuitas
tinham progresos desta terra missioneira
mas sobre as pedras e o olhar dos Setes Povos
cruzaram as tropas de espanhòis e suas bandeiras.
Então Sepé Tiaraju, clamou aos céus
contra os tratados assinados além mar...
e o povo índio, guarani de São Minguel
empunhol lanças, de bravura pra lutar!
Mas eram lanças e cavalos contra armas
eram valentes contra as forças dos canhões
que pouco a pouco foram erguendo-se as cruzes
e foi tombando o povo e o sonho das missôes.
E um dia um índio no comando de sua tropa
contra que os céus, lhe avisaram por perigo
tombou na terra, em que lutou, por que era sua
na dor da lança e da garrucho do inimigo...
Talvez as forças do lunar que tinha a fronte
guiasse o rumo verdadeiro de sua terra...
tal vez por isso que no lombo de um tordilho
buscasse a paz e por vencer acabou a guerra.
Sob essa terra uma historia foi escrita
que não findou nos campos de Caiboaté...
vive em quem sabe, que esta inda terra tem dono
a alma gaúcha e missioneira de um Sepé!!
Vai a coragem de que cair e se erguer denovo
sangrar na luta mas querer se guir em frente
mostrar pro tempo e para hìstoria deste pago
como se vive, e se morre um homem valente.
Gujo Texeira
um povo índio que se ergueu pela sua pròpia fè
e um guerreiro, que entra a paz se fez na guerra
e pela terra teve o nome de Sepé...
As reduções nas palavras dos jesuitas
tinham progresos desta terra missioneira
mas sobre as pedras e o olhar dos Setes Povos
cruzaram as tropas de espanhòis e suas bandeiras.
Então Sepé Tiaraju, clamou aos céus
contra os tratados assinados além mar...
e o povo índio, guarani de São Minguel
empunhol lanças, de bravura pra lutar!
Mas eram lanças e cavalos contra armas
eram valentes contra as forças dos canhões
que pouco a pouco foram erguendo-se as cruzes
e foi tombando o povo e o sonho das missôes.
E um dia um índio no comando de sua tropa
contra que os céus, lhe avisaram por perigo
tombou na terra, em que lutou, por que era sua
na dor da lança e da garrucho do inimigo...
Talvez as forças do lunar que tinha a fronte
guiasse o rumo verdadeiro de sua terra...
tal vez por isso que no lombo de um tordilho
buscasse a paz e por vencer acabou a guerra.
Sob essa terra uma historia foi escrita
que não findou nos campos de Caiboaté...
vive em quem sabe, que esta inda terra tem dono
a alma gaúcha e missioneira de um Sepé!!
Vai a coragem de que cair e se erguer denovo
sangrar na luta mas querer se guir em frente
mostrar pro tempo e para hìstoria deste pago
como se vive, e se morre um homem valente.
Gujo Texeira